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Enrol Avasus
Carga horária (horas): 40
Avaliação de curso: 5.0(2589)

O Brasil vem passando por um cenário epidemiológico preocupante, com o aumento de arboviroses como dengue, chikungunya e zika, que têm como principal vetor os mosquitos da espécie Aedes aegypti. O contexto atualmente é ainda mais alarmante após a associação do vírus zika (ZIKV) com o surgimento de crianças com alterações neurológicas congênitas (microcefalia), principalmente no Nordeste do Brasil. As arboviroses são motivo de grande preocupação em saúde pública no Brasil e no mundo, decorrente, principalmente, do grande número de casos, do potencial de dispersão, do elevado número de pessoas susceptíveis, da complicação e das sequelas impostas (como cronicidade da chikungunya e microcefalia relacionada à zika), da falta de tratamento específico e dos enormes gastos. Mesmo diante de tantos problemas, ainda é um desafio para os órgãos de vigilância em saúde controlar o vetor. Assim, vamos apresentar, de forma dialógica, a biologia básica do Aedes aegypti, os métodos de vigilância e controle na luta contra esse mosquito, considerado o principal transmissor das arboviroses e responsável por um acréscimo de aproximadamente 400% de casos novos, em comparação com o primeiro semestre do ano de 2019. Vale a pena ressaltar que esse aumento no número de casos não retrata a situação em todos os estados, uma vez que é uma doença sazonal, de curso agudo e de diferente distribuição no território nacional. Além disso, questões de imunidade, introdução de novos arbovírus e alternância de sorotipos do vírus dengue (DENV) circulantes também são fatores importantes a se considerar nesse aumento de casos e não somente a presença do vetor.

Em 2019, de acordo com o Ministério da Saúde, foram notificados mais de um milhão e meio de casos prováveis de dengue, 132.205 casos prováveis de chikungunya e 10.768 casos prováveis de zika. Em 2020, com a deflagração da pandemia de covid-19, e as arboviroses serem deixadas em segundo plano, seria esperado um aumento no número de casos dessas arboviroses, uma vez que a dificuldade de execução das atividades de rotina, o medo de procurar atendimento médico e a maior permanência da população em casa são fatores favoráveis à dinâmica de transmissão. No entanto, de acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em 2020, ocorreu uma redução no número de casos notificados das três arboviroses, com 928.282 para dengue, 69.702 para chikungunya e 6.220 para zika. Essa redução pode ser atribuída à mobilização que as equipes de vigilância epidemiológica estaduais estão realizando diante do enfrentamento da emergência da pandemia do coronavírus (covid-19), após a confirmação dos primeiros casos no Brasil, em março de 2020, ocasionando atraso ou subnotificação para os casos das arboviroses.

Biologia, monitoramento e controle de Aedes aegypti

schedule 40 horas

starstarstarstarstar 5,0 (2.589 avaliações)

lock_open Inscrições abertas ao público

groups 3.826 Alunos matriculados

school 2.781 Alunos concluíram

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Sobre o curso

calendar_month Lançado em 19/08/2024

account_circle Público Alvo: Gestores e profissionais de saúde de nível superior que conduzem e/ou atuam nas ações de atenção primária, na vigilância e no controle de arboviroses nos territórios (Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde)

forum Sem discussões

group Sem orientação / facilitacão

Trilha: Escolher

O Brasil vem passando por um cenário epidemiológico preocupante, com o aumento de arboviroses como dengue, chikungunya e zika, que têm como principal vetor os mosquitos da espécie Aedes aegypti. O contexto atualmente é ainda mais alarmante após a associação do vírus zika (ZIKV) com o surgimento de crianças com alterações neurológicas congênitas (microcefalia), principalmente no Nordeste do Brasil. As arboviroses são motivo de grande preocupação em saúde pública no Brasil e no mundo, decorrente, principalmente, do grande número de casos, do potencial de dispersão, do elevado número de pessoas susceptíveis, da complicação e das sequelas impostas (como cronicidade da chikungunya e microcefalia relacionada à zika), da falta de tratamento específico e dos enormes gastos. Mesmo diante de tantos problemas, ainda é um desafio para os órgãos de vigilância em saúde controlar o vetor. Assim, vamos apresentar, de forma dialógica, a biologia básica do Aedes aegypti, os métodos de vigilância e controle na luta contra esse mosquito, considerado o principal transmissor das arboviroses e responsável por um acréscimo de aproximadamente 400% de casos novos, em comparação com o primeiro semestre do ano de 2019. Vale a pena ressaltar que esse aumento no número de casos não retrata a situação em todos os estados, uma vez que é uma doença sazonal, de curso agudo e de diferente distribuição no território nacional. Além disso, questões de imunidade, introdução de novos arbovírus e alternância de sorotipos do vírus dengue (DENV) circulantes também são fatores importantes a se considerar nesse aumento de casos e não somente a presença do vetor.

Em 2019, de acordo com o Ministério da Saúde, foram notificados mais de um milhão e meio de casos prováveis de dengue, 132.205 casos prováveis de chikungunya e 10.768 casos prováveis de zika. Em 2020, com a deflagração da pandemia de covid-19, e as arboviroses serem deixadas em segundo plano, seria esperado um aumento no número de casos dessas arboviroses, uma vez que a dificuldade de execução das atividades de rotina, o medo de procurar atendimento médico e a maior permanência da população em casa são fatores favoráveis à dinâmica de transmissão. No entanto, de acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em 2020, ocorreu uma redução no número de casos notificados das três arboviroses, com 928.282 para dengue, 69.702 para chikungunya e 6.220 para zika. Essa redução pode ser atribuída à mobilização que as equipes de vigilância epidemiológica estaduais estão realizando diante do enfrentamento da emergência da pandemia do coronavírus (covid-19), após a confirmação dos primeiros casos no Brasil, em março de 2020, ocasionando atraso ou subnotificação para os casos das arboviroses.

Por onde estão nossos alunos

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Conteúdo

  • Certificado bonito Certificado de Matrícula
  • Página BOAS-VINDAS
  • Página Plano do Módulo
  • Pasta Biblioteca
  • Pesquisa Pesquisa sobre a Análise de Cursos do AVASUS
  • Página Texto - Unidade 1
  • Página Vídeo - Duas Mulheres e um Inimigo
  • Página Texto - Unidade 2
  • Arquivo QUIZ – Mitos e Verdades sobre o Aedes Aegypti
  • Página Texto - Unidade 3
  • Arquivo Figura interativa - Tipos de Criadouros mais Importantes para Aedes Aegypti e sua Classificação.
  • Página Texto - Unidade 4
  • Página Vídeo – Experiências Exitosas no Monitoramento do Aedes Aegypti com Ovitrampas
  • Página Texto - Unidade 5
  • Página Vídeo - Situação Atual de Controle no Brasil
  • Arquivo Figura interativa - Classificação dos Depósitos e Ações Preconizadas.
  • Página Texto - Unidade 6
  • Página Texto - Unidade 7
  • Página Vídeo - Novas Tecnologias Aplicadas ao Controle do Aedes Aegypti (Luciano Andrade Moreira)
  • Página Vídeo - Novas Tecnologias Aplicadas ao Controle do Aedes Aegypti (Jair Virgínio)
  • Página Vídeo - Novas Tecnologias Aplicadas ao Controle do Aedes Aegypti (Sérgio Luiz Bessa Luz)
  • Questionário Avaliação
  • Certificado bonito Certificado de Conclusão

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Objetivos

OBJETIVO GERAL:

Atualizar gestores e profissionais de nível superior, que atuam na vigilância em saúde, sobre as ações de gestão, vigilância, controle, mobilização social, comunicação e educação em saúde relacionadas ao vetor Aedes aegypti.



OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Apresentar a biologia do vetor (morfologia básica, hábitats, hábitos alimentares, comportamento);

  • Atualizar sobre as metodologias de monitoramento entomológico (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), Levantamento de Índices Amostral (LIA) e armadilhas) e utilização dos sistemas de informação existentes;

  • Atualizar quanto às medidas de prevenção e controle do vetor;

  • Orientar na execução de atividades relacionadas à vigilância, ao controle do vetor e aos procedimentos gerais de segurança do trabalhador e da trabalhadora.


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Como nos organizamos

METODOLOGIA

O módulo é oferecido sob a forma de educação a distância, autoinstrucional, sendo mediado por material didático diversificado, como vídeos, fluxogramas e linhas de tempo. Além disso, o módulo conta com atividades de correção automatizada com feedback aos participantes do curso e sugestões de material informacional complementar como sites, artigos e filmes.

RECURSOS

No módulo, serão utilizados como recursos: vídeos, imagens, fluxogramas, linha do tempo, quadros, recursos interativos e textos explicativos.

AVALIAÇÃO

A avaliação do módulo é contínua, realizada por meio de exercícios de fixação e desempenho ao longo do módulo.


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Avaliações

Feedbacks dos alunos

5,0

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Avaliação Geral
5 estrelas
98%
4 estrelas
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3 estrelas
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2 estrelas
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1 estrela
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Principais palavras
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  • Conhecimento
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  • Proveitoso
  • Aprendizado
  • Perfeito
Principais avaliações
Francilene Oliveira da Silva
starstarstarstarstar - Há uma semana
otimo curso com grande abordagem


Ivaneide salustiano da Silva
starstarstarstarstar - Há uma semana
Excelente


DAYANE CARLOS LINS
starstarstarstarstar - Há uma semana
Excelente


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